O individualismo me consumiu.
A compaixão se ausentou de mim nesses últimos tempos, o que sobrou foi felicidade e angústia.
Pude ser quem eu era, fazer o que queria sem me preocupar nem um pouco com ninguém. Nem com que eu amo.
Angústia por fazer mal a quem eu gosto.
Hipocrisia demais.
Hoje sou alguém que não me importo com o que pensam de mim.
Pqp, eu sou o Tato.
Mas há aqueles que gosto muito, aqueles que a opinião é válida; eles me fazem sentir dor, por eu causar dor a eles.
Não quero decepcionar vocês, não quero que isso seja irreversível... Eu quero viver essa fase.
Essa fase que perdi e estou recuperando.
É o que eu quero pra mim.
Ropelle.
Nenhum comentário:
Postar um comentário