“Tu és tão bela quanto sagaz, vai entender o que digo…”
(Viés – Vivendo do Ócio)
Arquiteta,
a obra está tomando uma forma linda. Espero estar ajudando, as vezes tenho a impressão de não estar. Digo isso por achar estar te enchendo de coisas para a construção. É felicidade. O animo me motiva a sempre te dar mais materiais.
Estou te enviando esta carta por que prometi sempre te escrever. Como venho fazendo diariamente.
Confesso que as vezes faltam ideias, mas nunca vontade. Tanto que estou aqui hoje, sem saber o que te dizer enquanto quero te dizer muito.
Esse é meu é refúgio. Escrever indiretamente por aqui, sabendo que você vai ler. Me acalma, viu? Me deixa com o pensamento “ela sabe”, mesmo eu não tendo ido até você pra dizer.
Ah, você sabe. Essa carta de hoje serve pra te lembrar isso, pra te mostrar que… eu ganhei um bilhete premiado no dia em que trombei com você, e em um lugar inesperado, conheci alguém assim… não citarei suas qualidades(as que ja conheci), um dia farei um longo texto sobre elas.
Bem, Arquiteta, como disse, esse texto era pra explícitar isso. Mesmo você já sabendo.
As vezes penso que você pode ter muitas perguntas sobre isso tudo, o que te escrevo e penso. A resposta é que não tenho respostas, simplesmente estou conseguindo resolver todo o resto das coisas que me aparecem com facilidade. Nada parece ser tão hardcore.
Texto pessoal demais, piegas, muito piegas, piegas pra caralho.
Juro que não queria ser tão piegas, mas não seria o Tato, então tento me controlar na maioria das vezes.
Atenciosamente,
Ropelle.
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